glúten faz mal

Glúten faz mal? Nutricionista responde: só em 3 condições

Então … o glúten é terrível?

Existem inúmeros seguidores de um “regime alimentar sem glúten”, entre os quais muitos bem conhecidos. As explicações por trás da expulsão do glúten da nutrição são diferentes: algumas pessoas aceitam que essa disposição promove mais bem-estar, outras que ajudam na redução de peso e outras que essa rotina alimentar pode ajudar a tratar certas doenças glúten faz mal.

Uma rotina alimentar sem glúten garante, de longe, uma execução superior nos esportes. O tenista Novak Djokovic compôs um livro intitulado “Servir para vencer: a dieta sem glúten para obter excelência física e mental”, no qual ele atribui parte de sua conquista de branding à sua dieta sem glúten e acha que isso não é seguro para todos. De qualquer forma, o glúten é absolutamente horrível? O que diz a ciência?

Para responder a essa pergunta, aceito a atividade principal é compreender o que é glúten.

Por favor?!

O que é glúten? Para que serve?

O glúten é composto de duas porções de proteína: gliadina e glutenina, encontradas no trigo, centeio, grãos, aveia e suas subsidiárias. No momento em que essas duas proteínas são hidratadas, elas se unem e proporcionam versatilidade e fixação. Cerca de 85% das proteínas presentes na farinha de trigo são gliadina e glutenina. Nesse sentido, apesar do glúten estar disponível em diferentes grãos, o trigo é o mais utilizado na criação de pão.

glúten faz mal

Esses atributos do glúten são significativos para a preparação e geração de alimentos. Eles permitem que o pão seja moldado e os gases do envelhecimento sejam retidos, oferecendo ascensão a pães deliciosos com um pedaço confiável e rapidamente pressionando de volta à sua forma única.

Com a chance de o glúten ser tão valioso para a criação de alimentos e qualidade tangível, por que razão há uma quantidade tão grande de dados na mídia expressando que o glúten é terrível?

Quando comer glúten é horrível? As 3 condições

Até agora, apenas três são conhecidos em condições nas quais comer alimentos que contêm glúten é prejudicial.

Infecção celíaca

Sensibilidade ao glúten não celíaca

Alergia ao trigo

1) infecção celíaca

O mais popular deles é a doença celíaca e influencia cerca de 1 a 2% do público em geral. É uma doença do sistema imunológico que cria em indivíduos com inclinação hereditária a partir da utilização de aveia que contém glúten em seu arranjo.

Para esta situação, o contato de pequenas células do sistema digestivo com o composto proteico causa indicações gastrointestinais, por exemplo, frouxidão do intestino, obstrução e regurgitação. Não obstante a saúde debilitada, a assimilação diminuída de suplementos, os resultados metabólicos e a satisfação pessoal.

Essas indicações desaparecem quando o indivíduo com doença celíaca não gasta alimentos que contêm glúten e, portanto, é sugerida uma dieta sem glúten para esses casos.

2) Sensibilidade ao glúten não celíaco

A afetabilidade não-celíaca do glúten é outro caso em que a utilização de glúten é insegura. Os efeitos colaterais são fundamentalmente os mesmos da doença celíaca, porém aqui não há atividade do sistema imunológico. Muito ainda deve ser examinado, mas claramente a expulsão de glúten do regime alimentar interrompe os efeitos colaterais.

3) Hipersensibilidade ao trigo

Não obstante essas duas circunstâncias, temos uma sensibilidade ao trigo. O contato com as proteínas deste grão causa uma resposta e irritação desfavorável, suscetíveis de criar indicações gastrointestinais. A expulsão do trigo do regime alimentar, grãos ricos em glúten, interrompe a hipersensibilidade e os efeitos colaterais.

Comida sem glúten

Lembre-se de que ter uma rotina de comer sem glúten não é simples. Os indivíduos que possuem uma parte dessas três condições precisam conhecer os elementos dos arranjos culinários e dos alimentos preparados.

A aveia que contém glúten, devido à sua versatilidade e propriedades de fixação, é amplamente utilizada pelos negócios de nutrição. Os itens que dão a impressão de serem sem glúten, por exemplo, expressos de momento, sobremesas, salsichas, iogurte etc., podem ter sido adicionados às subsidiárias de grãos em sua preparação.

Aqui no Brasil, a Lei nº 10.674, de 2003, exige que itens de nutrição forneçam, em seus nomes, a proximidade do glúten como uma abordagem para evitar a utilização de celíacos.

Da mesma forma, tenha cuidado com a repetitividade. Um grande número de alimentos que ingerimos e são progressivamente acessíveis têm glúten. É preciso arranjar para ter alimento suficiente acessível.

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